Porque, todo filme é bom, o que atrapalha é a crítica. Ou não?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Os Mercenários



Casamento tem dessas coisas, né? Assistir filme do Stallone na tarde de domingo, mesmo contra a vontade. Não valeu o sacrifício.
O longa foi filmado no Brasil, com Giselle Itiê no papel da mocinha e um elenco meio ´Onze homens e um segredo´ dos filmes de pancadaria, com direito a participação especial de Bruce Willis e Schwarzenegger.
Barney Ross (Stallone) e sua equipe de mercenários são contratados por um agente da Cia (Bruce Willis) para derrubar um general ditador na ilha de Vilena. Barney e seu braço direito das missões Lee Christmas (Jason Statham, que tipo de nome é Lee Christmas?) partem então para a tal ilha para fazer uma espécie de reconhecimento antes da missão, e são surpeendidos por um ataque em massa do governo local, uma vez que o principal contato de Barney na ilha, é a filha do general ditador, Sandra (Giselle Itiê) que deseja a derrubada do governo e é descoberta pelos agentes do pai. Barney e Lee abandonam a ilha, mas, o senso de dever e princípios (oi? princípios?) de Barney fazem com que ele reúna sua equipe e termine o trabalho que começou.
Olha, minha gente, não existe coisa pior que pretensão, em um filme que por si só, já se auto-intitula pretensioso.
Pra começar, a reunião do elenco de estrelas da pesada (só faltou o Steven Seagal) já é uma amostra do que vem por aí: bazucas e outras armas que parecem só existir nesse tipo de filme (na sequência inicial, com um disparo um cara é partido ao meio, sim, ao meio), músculos à mostra em camisetas coladas, tatuagens de caveira e mulheres siliconadas. Os Mercenários é um reunião de tudo isso, com uma fala e outra entre as explosões, um roteiro de segunda linha e ainda por cima um deboche implícito de Stallone/Statham da mocinha no final: ´Eu sabia que ela não era o seu tipo.`
Pra quem curte esse tipo de filme, o elenco é dos bons, a patota está toda reunida, mas, pra mim ficou um sorriso de deboche e sarcasmo no final, bem ao estilo ´Trovão Tropical´.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Curtas

Zona Verde (Green Zone/2010)



Colado no sucesso de Jason Bourne (citado inclusive na capa do DVD para arrebanhar expectadores, nem precisava), Zona Verde conta a história do soldado americano Roy Miller (Matt Damon) no Iraque, que, cansado de procurar as chamadas ADM´s (armas de destruição em massa) nos lugares errados, se vê diante de um cenário de destruição injustificado, onde o governo americano tenta a todo custo ´reerguer´ o país em cima de mentiras. Obviamente, Roy vai atrás da verdade, e o que se vê são excelentes sequências de ação dignas da trilogia Bourne e ótimas atuações. E eu não sei porque não vi esse filme no cinema, adoro Matt Damon e Greg Kinnear!

Atirador (Shooter/2007)




Eu não sei quanto a vocês, mas, eu acho o Mark Wahlberg bastante subestimado. Pra mim, ele merecia algo mais em Hollywood, enfim...
Atirador, é um filme que já esteve aqui em casa várias vezes e eu muitas vezes entreguei sem assistir. Sorte?
No triller de ação, Wahlberg é um atirador de elite que é abandonado em campo pela sua equipe no meio de uma missão na África. O observador, seu melhor amigo e companheiro morre durante a missão e Wahlberg abandona o exército para se dedicar à vida pacata nas montanhas. É quando mais uma vez, Tio Sam precisa dos seu préstimos como soldado para impedir que o presidente dos Estados Unidos seja assasinado. Mas, olha, seu país novamente o trai e ele se torna alvo das agências do governo: CIA e FBI como suposto executor do atentado, e é aí que Wahlberg surge como o Chuck Norris do Século 21 e sai à caça do inimigo para provar sua inocência e claro, fazer justiça com as próprias mãos.
Com atuações dignas de Wahlberg e Danny Glover, o filme segue o ritmo frenético dos filmes de ação, mas, infelizmente deixa a desejar no roteiro de cartas marcadas e na quantidade de explicações óbvias. Mas, serve de entretenimento, principalmente naqueles dias que você está a fim de ver um filme ´explode tudo`, sem contar, é claro, que Mark Wahlberg é sempre um motivo digno para ficar diante da tela.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Curtas - Parte 2

Lembranças (Remember me/EUA/2010)



A tentativa de Robert Pattinson de provar que não é apenas o vampiro hit do momento da saga Crepúsculo (aliás, uma das franquias mais equivocadas de todos os tempos, sorry crepusculetes). Só ficou na tentativa. Quem brilha no filme é sua parceira Emilie De Ravin (a Claire de Lost), mas a história do filme funciona. O jovem Tyler (Pattinson) vive em pé de guerra com o pai, um inescrupuloso advogado de Manhattan (vivido por Pierce Brosnan), enquanto tenta dar um rumo na vida. Mas, Tyler se vê metido em muitas confusões Big Apple afora e em uma dessas se depara com um policial linha dura (Chris Cooper) que o coloca atrás das grades após algumas provocações. Mas, seu companheiro de apartamento decide dar o troco, e é aí que entra Ally Craig (Emilie de Ravin), a filha fofa do policial. O plano é muito simples: deixar a garota totalmente apaixonada para desafiar o pai dela. Não precisa ter bola de cristal para deduzir o que vem a seguir, néam? Os dois se apaixonam pra valer (claro) e tudo seria muito previsível, com o galã se redimindo no final, não fosse a reviravolta surpreendente do fim. Recomendo!


O Livro de Eli (The book of Eli/EUA/2010)


Eu já falei que adoro filmes pós-apocalípticos? Pois é. Nesse triller protagonizado por Denzel Washington, Eli é praticamente uma Beatrix Kiddo de calças e ipod. Com uma missão: levar o livro sagrado (a bíblia) para um lugar onde ele será preservado. Eli segue rumo ao seu destino, enfrentando um bando de assassinos e bandidos caminho a fora, até se deparar com um inescrupuloso ´Rei do Western´ (o cenário do filme beira um filme de western, dos bons), denominado Carnegie (Gary Oldman, sempre excelente) que procura o tal livro sagrado desesperadamente, crendo que as palavras dele o farão ainda mais poderoso, extendendo seu domínio para muito além daquela pequena cidade perdida no meio do nada. O resto todo mundo imagina, muita ação e como o site omelete descreveu com maestria: ´... Denzel Washington mostrando toda a sua elegância na arte de chutar bundas e bem coreografadas lutas filmadas...´.
Destaque para a eterna Flashdance Jeniffer Bells (como a amante do Carnegie) linda, mostrando que o tempo passa, o tempo voa e esse pessoal dos anos 80 estão muito aí nas paradas né, gente?!


Salt (Salt/EUA/2010)

Quem é Evelyn Salt? Essa é a pergunta que permeia grande parte do filme. Angelina Jolie com toda sua malemolência, calças coladas e sexy appeal, encarna uma agente da Cia que é identificada como uma espiã russa, uma espécie de Jason Bourne da União Soviética. Muita ação, reviravoltas e lutas mirabolantes em um filme que inicialmente seria feito por Tom Cruise. Prefiro a Jolie (sério)!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Curtas - Parte 1

Para não dizerem que passei 2010 sem nenhuma critica que o valha, separei algumas resenhas de alguns filmecos que assisti esse ano.


A Última Música (The Last Song/EUA/2010)




Romance farofa com a Miley Cyrus (aka Hannah Montana) sobre uma adolescente revoltada com o divórcio dos pais, que vai passar as férias de verão com o pai (Greg Kinnear, a única atuação descente do longa) e o irmão Jonah (Bobby Coleman, de ´Ensinando a viver´, crescido e fofo). Durante as férias, a garota conhece Will, tipo um Backstreet Boy versão 2010 e vive um inesquecível romance de verão.
Eu achei a trilha sonora bonitinha, sobretudo a música tema cantada pela Miley/Hannah Montana, que se não surtar como Britney e Aguilera, tem tudo para sair do esteriótipo ´musa da galerinha do Disney Channel´ e se tornar uma cantora competente. O filme tem lá seus encantos, como as cenas em que o irmãozinho pentelho Jonah e o pai observam a aproximação da irmã e do namorado, além das conclusões ótimas de pai e filho sobre as mulheres, mas história em si é uma bobagem e a escalação de Miley para papel principal é um equívoco.


Karatê Kid (Karate Kid/EUA/2010)


Apesar do roteiro xarope do garoto que se muda com a mãe para o outro lado do mundo e sofre o pão que o diabo amassou na mão dos bad boys da escola/vizinhança, até encontrar um cara bacana que do nada decide ajudá-lo, lhe ensinando toda a sabedoria das artes marciais e fazendo do garoto um gênio do Kung -fu, além, claro, da mocinha mais legal da escola se apaixonar por ele, o garoto Jaden Smith (filho de Will Smith) convence como o herói dessa praticamente refilmagem do original de 1984. Jaden Smith é legal, Jaden Smith é descolado e maneiro, e ainda dança break e tem trancinhas no cabelo, e isso basta para agradar a nova geração. O mestre da vez, Jackie Chan cumpre seu papel como treinador talentoso, porém adormecido pelas circunstâncias da vida, e o filme segue num ritmo lento, mas, não tão maçante que o original e fica evidente que o objetivo é levar a massa teen para o cinema sem medo de ser feliz.
Conseguiu, eu acho. Karatê Kid não tem nada demais, não pretente ser igual ao original, não se leva a sério a ponto de dar lição de vida na platéia, é só entretenimento, então, assista sem preconceito e sem medo de ser feliz.

Vírus (Carries/EUA/2009)




Road movie de suspense. Quatro amigos tenta fugir de uma epidemia viral num cenário pós-apocalíptico. Chris Pine (o novo capitão Kirk de Jornada das Estrelas) e Piper Perabo (12 é demais) são as estrelinhas do filme. Vale pela fotografia apocalíptica e os toques de suspense que lembram muito os contos de terror que passavam de madrugada na tv.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Melhores filmes da década

10. Pequena Miss Sunshine (Little Miss Sunshine/EUA/2006)
Diretor: Jonathan Dayton e Valerie Faris














9. Brilho eterno de uma mente sem lembranças (Eternal Sunshine of the Spotless Mind/EUA/2004)
Diretor: Michel Gondry



















8. 21 gramas (21 grams/EUA/2003)
Diretor: Alejandro Gonzáles-Iñárritu













7. Sobre meninos e lobos (Mystic River/EUA/2003)
Diretor: Clint Eastwood













6. Match Point (EUA/Inglaterra/2005)
Diretor: Woody Allen













5. Toy Story 3 (EUA/2010)
Diretor: Lee Unkrich













4. Kill Bill 2 (EUA/2004)
Diretor: Quentin Tarantino



















3. Batman - O cavaleiro das trevas (The Dark Knight/EUA/2008)
Diretor: Christopher Nolan













2. Volver (Espanha/2008)
Diretor: Pedro Almodóvar













1. A origem (Inception/EUA/2010)
Diretor: Christopher Nolan

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

TOP 5 - Melhores 2009

Ou eu fui pouco ao cinema, ou 2009 foi um ano fraco mesmo... anyway, nem consegui montar um TOP 10.


5. Quem quer ser um milionário

Gracinha de filme, néam? Não era meu favorito ao Oscar, mas, é bem excelente.

4. Watchmen

Mesmo se não valesse a pena pelo excesso de pretensão, pelo menos Patrick Wilson de uniforme valeria o ingresso. Partick Wilson pega eu!!!

3. O casamento de Rachel

Eu já gostava da Anne Hathaway, mesmo. Desde aquele filme besta que ela fez pra Disney, mas, em ´O casamento de Rachel´ Anne mostrou a que veio e calou a boca de muitos críticos por aí. Um dos poucos filmes que me tocou esse ano, palmas pra ela!

2. Star Trek

Eu não sou assim, a maior fã de Star Trek, assistia meio de bobeira as reprises que passava na tv aberta na minha infância. Apesar do ódio gratuito de alguns cinéfilos por J.J. Abrans (ok, nem tão gratuíto assim, eu reconheço. Eu adoro Lost, mas, os fãs de Lost são muito chatos), o mérito de ´Star Trek´ ter sido tão bacana é todo dele. Se foi impactante para mim ver a tripulação original da Interprise reunida, imagine para os fãs? Merece o 2ª lugar desse ano fraco, só pela surpresa de ter sido um filme excelente para as minhas baixas expectativas.

1. Foi apenas um sonho

Olha minha gente, eu nem me lembrei do naufragado Titanic quando vi Leo e Kate juntos de novo na tela. Que dupla! Que filme! Que diálogos!!!!!


Menção de honra para ´Gran Torino´ e ´Bastardos Inglórios´ que formariam um TOP 7, mas, eu sou nick-honbyana e um TOP 7 ficaria feio.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Ele não está tão a fim de você



Na cena hilária da pequena Gigi sendo maltratada pelo amiguinho do parquinho e sua mãe sem noção dizendo que o motivo dele maltratá-la é porque ele gosta dela, é nada mais, nada menos que a dura realidade feminina: se enganar com falsos raciocínios e tentar distorcer o que está bem claro, que 'ELE NÃO ESTÁ A FIM DE VOCÊ'.
Mas, como a toda regra tem sua excessão, seguimos firmes como se fôssemos a tal excessão à regra e enlouquecemos toda vez que o telefone toca, que saímos com alguém interessante (ou nem tão interessante assim, depende do nível de carência afetiva) ou quando pensamos ter encontrado a pessoa certa. Tanto faz, o que importa é que, ou passamos por isso, ou vamos passar ou já aconteceu com uma amiga muito querida, e o final, sabemos, é o desastre na sua mais pura forma.
Por isso, logo na primeira cena de 'Ele não está tão a fim de você' (He's just not that into you/EUA/Alemanha/Holanda/2009), o público alvo se indentifica no ato, e o filme segue esse ritmo, mostrando histórias de casais e solteiros que estão procurando se entender.
Tem a menina Gigi (Ginnifer Goodwin), hoje crescida e desesperada para encontrar sua cara metade, o cara (Justin Long) que vai ajudar Gigi a entender a dura realidade do outro realmente não ligar a mínima pra ela, a moça sexy (Scalett Johansson, no piloto automático de sempre) que só está a fim de aventuras, o casal (Bradley Cooper e Jennifer Connelly) que não está mais em sintonia e o outro casal (Jennifer Aniston e Ben Afleck) que chegou naquele nível do relacionamento em que ela quer casar e ele não, além da moça (Drew Barrimore) que acha que o namoro virtual é a única esperança para os solteiros mundo afora.
Nessas histórias que se interligam, tudo fica muito claro sobre como relacionamentos são simples e complicados ao mesmo tempo, afinal, homens são de marte e mulheres são de vênus. Mas, no final das contas, eu, você e eles (os homens) querem a mesma coisa, só que por caminhos diferentes.
A trilha bonitinha e o time de atores conhecidos do público, dão credibilidade ao filme e o desfecho, apesar de óbvio, conquista o público que, a essa altura já se identificou com os personagens e já se sente parte do filme.
Sem contar que, discutir relacionamento, apesar de ser coisa de mulher, deixam muitos homens com uma pulguinha atrás da orelha, e muitas vezes, principalmente quando estamos entre amigos de ambos os sexos, geram discussões bem válidas!

Trailer:

Velozes e Furiosos 4



Ok. Minha gente, eu sei. A franquia Velozes e Furiosos já deu tudo que tinha que dar etc e tal. Mas, néam? Eu não acho legal quando fazem continuações sem o elenco principal, afinal, quem é Paul Walker para segurar uma franquia, não é mesmo? Então...
Eu me recusei a ver os dois filmes que seguiram o primeiro (aka + Velozes + Furiosos e Velozes e Furiosos - Desafio em Tóquio), anyway, eu confesso que fiquei bem empolgada com o lançamento do 4º filme, pois, reunia todo o elenco principal, que não é assim grande coisa, mas te dá uma certa esperança de um roteiro no mínimo coerente com o primeiro filme. E que reunisse muita ação e claro, Vin Diesel sem camisa. Afinal, todo mundo que assistiu o primeiro filme, tem que concordar que, Vin Diesel e Michelle Rodriguez, além de todos aqueles carros e as cenas de ação são a graça de Velozes e Furiosos, e mesmo não sendo uma obra prima dos filmes de ação, o filme diverte.
Então, os roteiristas fizeram de conta que os dois filmes anteriores não existiram e lançam na tela uma continuação que poderia ser bem mais digna se não fossem duas coisas: primeiro, o roteiro cheio de buracos onde não importa o que os personagens digam, é só um guincho para a próxima cena de ação. Nada fica muito claro na história, como por exemplo, se Toretto é amigo do Brian, o policial metido a durão ou é indiferente? O romance morno do mesmo Brian com a irmã de Toretto (a sempre inexpressiva Jordana Brewster) é para a platéia acreditar ou é algum tipo de pegadinha? Por que o vilão que tanto Toretto como Brian tentam pegar durante todo o filme, mata todos os seus pilotos, inclusive a namorada de Toretto, Letty (Michelle Rodriguez)? Toretto é um dos bandidos mais procurados do país, mas, sua irmã segue a vida lindamente sem ser importunada pela polícia. Como assim? Enfim, são coisas que ficam no vácuo, entre uma cena de ação e outra.
Segundo, será que os roteiristas, produtores, diretores e o pessoal da Universal Pictures ainda não perceberam que Paul Walker e Jordana Brewster são totalmente desprovidos de talento? Porque, sério, a cada olhar trocado entre Brian e Toretto, o que seria um olhar de admiração do policial para com o bandido, está mais para love history. Medo do Paul Walker! Muito medo!
E o que é Jordana Brewster? Linda de morrer, porém, uma porta. É aquele tipo de caso que, Hollywood insiste em nos enfiar guéla abaixo, atores bonitinhos e inexpressivos.
E é essa falta de entrosamento da equipe (uma vez que Michelle Rodriguez deixa seu parceiro Vin Diesel logo no início do filme) que permeia todo o filme. Vin Diesel parece preguiçoso em quase todas as cenas, parecendo suplicar pelo fim definitivo da franquia! É uma pena.
Não que eu esperasse muita coisa de um filme de ação com carros turbinados e mulheres idem, mas, não seria mau um roteiro mais linear, pelo menos para fechar a série com chave de ouro, uma coisa menos clichê, que vingar a morte da namorada.


Trailer aqui.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Madagascar 2 - A grande escapada



Na continuação do primeiro filme, o quarteto formado pelo Leão Alex (Ben Stiller), o 'nosso amigo monocromático' a zebra Marty (Chris Rock), a girafa hipocondríaca Melman (David Schwimmer) e a exuberante hipopótama Gloria (Jada Pinkett Smith), tentam voltar para Nova York. Só que dessa vez em um avião guiado pelos pinguins, e acabam na África, onde reencontram suas origens.
Eu tenho que confessar que, uma das coisas mais engraçadas dos últimos tempos, pelo menos pra mim, são as piadas de Madagascar. É fato que o quarteto principal é meio chato, então, a graça fica por conta dos coadjuvantes e agora, alçados pelos roteiristas como parte do elenco principal (aka os pinguins e o engraçadíssimo Rei Julien), a coisa rolou solta. Tanto que os pontos altos do filme são justamente as cenas em que eles aparecem, como a negociação dos chipanzés com os pinguins e a cena em que Rei Julien dá conselhos sentimentais para a girafa Melman. Simplesmente impagável! As piadas envolvendo a fauna africana, as tiradas sarcásticas e as referências a obras cinematográficas fazem de Madagascar 2 uma continuação no mínimo digna!
E viva o humor sutil e sacana dos desenhos vendidos como 'infantis'!
Madagascar é vida!